O dia 4 de janeiro lembra a morte do Henfil em 1988 com seus poucos 44 anos, mas homenageia em síntese todas as causas que ele abraçou neste dia que também é o Dia do Hemofílico. Henfil, pseudônimo de Henrique de Souza Filho, criou vários tipos com seu traço característico: Zeferino, Bode Orellana, os Fradins, Orelhão, Urubu, Pó de Arroz, Bacalhau, Ubaldo o Paranóico e a Graúna, que foi seu maior sucesso de público. Henfil trabalhou com várias mídias, escreveu para o teatro, dirigiu um filme, produziu quadros na TV, escreveu livros. Hemofílico, foi vítima da incompetência dos governantes que levaram a saúde ao caos nesse país: numa transfusão de sangue, em um hospital público, contraiu o vírus da Aids e faleceu em decorrência da doença no combateu intensa e duramente. Seu livro mais famoso “Diretas Já” é bem mais que um livro, bem mais que uma coleção de textos escritos ou desenhados
Até quando?
7 horas atrás

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