12 de fevereiro de 2016

PANORAMA POLÍTICO

Apenas adversários
Durante o domingo de carnaval as duas alas partidárias de nossa cidade estiveram cumprindo uma extensa agenda de visitas aos retiros espirituais das igrejas evangélicas e católicas. Pois bem, durantes as visitas, os dois grupos se encontraram algumas vezes, encontros sempre amistosos, com muita brincadeira dos dois lados, porem tudo dentro do respeito e cordialidade. Ou seja, adversários políticos sim, inimigos pessoais não. Como seria bom que todo eleitor entendesse essa diferença.

Carlinhos da Pipoca, ou seria Pipoca da COHAB

Entres os vários encontros, podemos dizer que o encontro no retiro da II Igreja Vale da Benção, foi o que mais nos chamou atenção já que os dois grupos, almoçaram juntos, praticamente na mesma mesa, e a maior desse encontro foi quando o vereador Carlinhos da Cohab foi confundido com o vereador Pipoca. Nesta hora, houve risos daqueles que estavam por perto, e em tom de brincadeiras, me perguntaram, “seria Carlinhos da Pipoca, ou Pipoca da Cohab?” .

Ser Popular X ser conhecido
Bem, o episódio em que um vereador foi confundido com outro, nos fez pensar sobre dois aspectos que considero importantíssimos para um político, principalmente em ano de eleição. Primeiro o quanto um político é popular, e segundo o quanto sua popularidade o torna conhecido. É bem verdade, que um bom marketing durante a campanha poder ajudar a tornar um candidato conhecido da população, porém, uma popularidade instantânea nem sempre representa um conhecimento solido perante essa mesma população. Desta forma, enganasse quem pensa que ser popular representa ser conhecido.

“vai começar tudo de novo”

A frase que se tornou imortal na voz do grande radialista Hildo Teixeira, pode ser muito bem usada novamente, já que na próxima terça-feira (16) teremos o retorno das reuniões ordinária da Câmara de Vereadores de Santa Cruz, muitos já estavam com saudades das sessões, e por se tratar de ano eleitoral, creio que as previsões de altas temperaturas nos debates naquela Casa de Lei deve se confirmar. Outra coisa que deverá aumentar é o número de pessoas no plenário da casa, e para aqueles que adoram jogar pra torcida, poderíamos dizer que a hora é essa, “vai começar tudo de novo”.

Até quando?

Frequentemente o grupo de oposição em Santa Cruz do Capibaribe, toca na tecla da “união”, pois bem, fica a pergunta, será mesmo que ela existe? Alguns sinais nos leva a crer que não, caso ela existisse de verdade não seria necessário falar tanto dela, os atos falariam por si só. Talvez ela até aconteça em projetos individuais, pois no projeto coletivo estão buscando um ajuntamento, portanto existe uma grande diferença entre o ajunta e o que uni. Pois É o carnaval já passou, mas tem aqueles que preferem viver a fantasia das mascaras.


Por: Nilson Pereira


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