18 de março de 2016

M U S I C A N D O

Bob Dylan anuncia seu novo disco: “Fallen Angels”


A extensa discografia de Bob Dylan está prestes a ganhar mais um item na lista. O músico anunciou oficialmente o lançamento do sucessor de Shadows in the Night (2015): Fallen Angels.

O álbum foi citado junto à divulgação de 27 shows nos Estados Unidos e 15 no Japão. Não foi dita a sua data de lançamento, mas, conforme imagem publicada pelo site AllDylan.com, o disco sai no dia 20 de março:
No ano passado, Dylan lançou um disco só com versões de canções famosas na voz de Frank Sinatra e seu último álbum de inéditas foi Tempest (2012). Agora, conforme o engenheiro de som Al Schmitt informou à Billboard, ele está gravando novamente standards, porém ele não especificou se seriam músicas inéditas ou não. As gravações estão acontecendo no Capitol Studios, em Hollywood, onde o próprio Sinatra gravou.

– Será incrível. Ele está soando ótimo. Seu clima no estúdio é fabuloso. Estamos tendo um ótimo momento. Somos como velhos sapatos juntos agora, e nós estamos tão confortáveis um com o outro agora – declarou Schmitt sobre Bob Dylan.

Sempre que se fala em discos novo de Dylan a internet fica em polvorosa. Segundo um post do Reddit, Dylan lançará um compacto em vinil no Record Store Day para acompanhar a turnê no Japão. No lado A, o disco de 7 traria as faixas Melancholy Mood e All or Nothing at All e, no lado B, Come Rain or Come Shine” e “That Old Black Magic” – todas interpretadas por Frank Sinatra.

Será que vem aí outro disco de versões como Shadows in the Night?

Os clássicos psicodélicos de Alceu Valença voltarão ao vinil
Três discos que marcam o início da carreira de Alceu Valença serão reeditados em vinil pela Polysom. Os históricos Molhado de suor(1974) e Espelho Cristalino(1978) serão relançados  no segundo semestre de 2016.

Além desses álbuns, a Polysom lançará o LP Saudade de Pernambuco, disco gravado em Paris, em 1979, que nunca saiu em vinil. Esse álbum só foi lançado em CD em uma edição genérica dentro da coleção de Forró e Sertanejo do Jornal da Tarde, de São Paulo, em 1998. Ainda que não seja exatamente um disco de forró ou de sertanejo, esse álbum é importante para a discografia do músico porque marca o ponto em que Alceu diminuiu sua influência roqueira, preferindo trabalhar mais com sua raiz nordestina:

– Meus primeiros discos, principalmente Molhado de Suor, têm uma sonoridade única, ninguém fazia aquilo no Brasil, mas a coisa do rock era mais intencional do que formal. Até em Espelho Cristalino havia o rock como intenção, mas as melodias eram bem nordestinas. Quando estava na França, comecei a repensar isto. Ora, velho, quando passei um tempo nos Estados Unidos eu cantava coco nas praças e os americanos gostavam, então pensei: “por que nós também não curtimos esta música, por que elas continuam apenas como uma coisa folclórica?”. Comecei a lembrar da música de Pernambuco, coco, caboclinho, maracatu, [isso] teve também muita influência da convivência com Jackson do Pandeiro. Durante 1978, passei um ano fazendo turnê com ele. Então este disco deu uma nova direção à minha música – declarou Alceu.
Alceu Valença tocando com Jackson do Pandeiro nos anos 1970.

Saudade de Pernambuco será reeditado também em CD. Como se não fosse suficiente, Alceu Valença pretende lançar a trilha sonora do filme A luneta do tempo (que foi dirigido por ele) e também um CD e DVD com o registro ao vivo do show Vivo! Revivo!.

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