21 de abril de 2016

CÂMARA OU CABARÉ?!

Aquelas coisas bizarras que a gente sabe que existem, mas que a gente nunca viu. Sabe só de ouvir falar e de se propagar...

Assim é o congresso nacional: sempre soubemos, por informações vindas dos mais diversos cantos, que era uma gente torpe, uma gente tosca, sem o menor senso de responsabilidade e de conhecimento sobre seu papel naquela casa.

Até que, finalmente, no domingo, dia de descanso da família brasileira, eis que a corja toda está reunida, amontoados uns sobre os outros, e, enquanto uns vomitam imbecilidades sem tamanho, ao microfone, outros gritam ou vaiam, feito qualquer amontoado de mundiça em torno de uma briga de bêbados, em ponta de rua de baixo meretrício...

Escancaradamente, eles se mostram, em toda sua bizarrice, o monte de estrume que são, a incompetência que detêm, e quão despreparados são para ocuparem aquelas cadeiras.

Mas, mais do que esse vomitante e lamentável episódio, duas coisas me preocupam.

Eles não estão lá por outra coisa que não a escolha, referendada pelo voto dos milhões de eleitores; então, na verdade, eles são os legítimos e autênticos representantes do nosso povo. Nosso povo é, em sua maioria, AQUILO ALI! E é essa maioria que decide quem levar para lá!

A segunda coisa: estes palermas e retardados, fãs do “xou da xuxa”, é que definem, através da elaboração viciada das leis, a MINHA VIDA. Estou nas mãos gosmentas desses ratos, sou refém de suas sandices, e não posso fazer nada!!!

Revoltante e assustador! Tanto quanto o que vi, na TV, durante todo o domingo, aquilo a que não chamo de CABARÉ por respeito às putas!

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