22 de abril de 2016

M U S I C A N D O

Prince, músico norte-americano pioneiro do "som de Minneapolis", morreu ontem, quinta-feira (21), aos 57 anos.
"É com profunda tristeza que venho confirmar que o lendário e icónico artista Prince Rogers Nelson morreu na sua casa de Paisley Park, esta manhã, aos 57 anos", afirmou a agente Yvette Noel-Schure.

A Polícia investiga as circunstâncias da morte, na casa e estúdio do músico em Chanhassen, no estado do Minnesota.

Prince foi um dos mais profícuos e inovadores autores e instrumentistas da música pop norte-americana. Destacou-se pela fusão de funk, dança, pop e rock. Foi autor de sucessos como "Purple Rain", "Kiss" ou "Raspberry Beret". Chegou ao topo da fama no final dos anos 70 e ao longo das décadas seguintes solidificou uma carreira que passou por diversos estilos de música.

Ganhou sete prémios Grammy, para os quais foi nomeado 30 vezes e entrou no "Rock and Roll Hall of Fame" em 2004. A banda sonora do filme "Purple rain" valeu-lhe um Oscar.

Vendeu mais de 100 milhões de discos. Os mais recentes foram editados no ano passado: "HITnRUN Phase One" e "HITnRUN Phase Two".

Tinha prometido o lançamento de uma autobiografia para 2017.

Recorde-se que a 16 de abril, o músico foi levado ao hospital, no estado do Illinois, nos EUA, depois de se ter sentido mal a bordo de um avião.
O voo em que seguia fez uma aterragem de emergência no aeroporto de Quad City, para que o cantor fosse levado ao hospital.

Música diminui o stress
A ciência está correndo atrás para provar o que todos amantes da música já sabem: ir a um show diminui o índice de hormônios responsáveis pela sensação do stress.

A conclusão é do Centre for Performance Science, entidade nascida da parceria entre o The Royal College of Music e o Imperial College London. Os estudos foram feitos com base em uma pesquisa que envolveu 117 pessoas que assistiram a dois shows do compositor Eric Whitacre com um intervalo de meses entre as apresentações.

A partir de testes de saliva feitos antes, durante e depois do show, foram medidos os índices de cortisol, um componente químico conhecido como o “hormônio do stress”. O resultado da pesquisa não deixou dúvidas de que os índices desse hormônio diminuíram nos organismos dos pesquisados durante os show.

– Essa é a primeira evidência preliminar de que assistir a um evento cultural pode ter um impacto na atividade endócrina. Chama atenção que nenhuma dessas alterações biológicas tenham sido associadas com idade, experiência musical ou familiaridade com a música que estava sendo tocada. O que sugere que isso seja uma resposta universal dentre membros da plateia de shows em geral – afirmou Daisy Fancourt, que participa dessa pesquisa.

Fancourt disse ainda: “Esse estudo abre questões sobre como se relacionar com a música e as artes em contextos culturais pode influenciar estados biológicos e psicológicos e, consequentemente, sobre o potencial dos eventos culturais para aumentar a saúde o bem estar das pessoas”.

Cá entre nós, quem aí nunca sentiu o funcionamento do seu corpo alterado por uma experiência artística?

Foi embora o Gordo Mutreta

Faleceu ontem (21) em Surubim aos 45 anos com problemas de saúde em decorrência do diabetes, o cantor, radialista e promotor de eventos Irandir Torres.
O Gordo Mutreta ou Brahma (como também era conhecido) fez parte da banda Skema 5 por muitos anos e também teve uma passagem pela São Domingos FM.
Gordo Mutreta com Nilton Sall do Forró do kilo

O sepultamento será hoje (22) em Lagoa de Pedra, Casinhas.

Forró do Kilo prepara novo CD
AGENDA
HOJE NO BAR DE TODY ÁS 21hs POLYANA SÍRIA

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