1 de abril de 2016

SEGURANÇA PÚBLICA UM BEM ESSENCIAL

 De acordo com o sociólogo WEBERIANO. O estado deveria dar uma resposta nítida ao problema da violência das cidades se quiser ser credível. A solução oscilando entre repressão e prevenção. Esta segunda necessita em todo caso da intervenção de uma justiça forte. Na medida em que o Estado se define no sentido de uma empresa de monopolização da violência física e legitima, a irrupção das violências urbanas é particularmente grave do ponto de vista político, ela põe em dúvida a capacidade das instituições estatais a defender seus cidadãos.
Apesar da repressão de todos os tempos, a cidade tem sido sempre palco de violência. São vários os motivos que culminam para uma causa violenta: Uma situação familiar crítica, A reprovação escolar, que pode ela mesmo decorrer da crise familiar, o desemprego, que se alimenta da falência da escola, o desenvolvimento de uma economia parada, o consumo da violência pela televisão ou jogo de vídeo, a ausência de mobilidade geográfica e de lazer, as práticas ditas desviantes do poder público, os conflitos religiosos, uma crise da masculinidade, que favorece as violências sexuais.

Nos países de imigração, o rompimento com os laços culturais e uma má integração ocasionada pela busca de reconhecimento e justiça são fatores de estímulo à violência também.

O reforço da presença policial nas zonas sensíveis pela redistribuição dos efetivos e a redefinição dessas zonas, dos movimentos podem acentuar involuntariamente a desestruturação dos espaços visados ou o sentimento de desestruturação. Polícias dotados de melhores equipamentos podem fazer temer os jovens que hoje trilham o caminho da marginalidade.

Infelizmente hoje, o País e o nosso estado de Pernambuco estão falidos e não temos muito o que esperar em resolução das necessidades básicas em saúde e segurança. Passamos hoje por um dos piores períodos da história da república, seja por crise política seja por crise econômica. 

PERNAMBUCO, hoje representa um estado sem governabilidade assim como o próprio País.

O PACTO PELA VIDA, o programa de governo do ex. governador Eduardo Campos nunca foi legitimamente eficiente, o que existia na verdade era um governador blindado pela própria imprensa e pelos órgãos burocráticos do governo. Na vida real, tanto dos órgãos de defesa civil e da população em geral nunca houveram Paz. 
As cidades também precisam se envolverem com maior empenho no tocante a combater o crime, sobretudo na nossa cidade. Hoje já estamos vivendo no extremo da insegurança pública, o cidadão vive aprisionado ao seu próprio medo. Nunca fui a favor no combate a violência pela violência, até por que, o próprio cidadão já é violentado pela própria legislação Brasileira, que coibi rigorosamente o cidadão armado e legitima a prática violenta da menoridade.

JOSÉ DALVINO – CIÊNTISTA SOCIAL

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