17 de maio de 2016

AÇÃO HISTÓRICA

EDSON VIEIRA oficializa DOAÇÃO DE TERRENO para construção de CASAS POPULARES em Santa Cruz do Capibaribe

Edson Vieira (PSDB), prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, oficializou na tarde deste domingo (15), a doação de um terreno, medindo aproximadamente 12 mil metros quadrados para a construção de casas populares no município.

O ato simbólico regulariza a transferência de duas quadras de terrenos públicos ao MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), no loteamento Dona Arlinda II. O benefício vai ajudar na construção de mais de 400 moradias.
Ao falar para o público, Edson Vieira disse que o poder público municipal está sensibilizado com trabalhadores sem teto e o déficit habitacional da cidade. “Fazemos essa doação às claras, durante o dia, para que todos possam confirmar e presenciar este ato. Firmamos esse compromisso com Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, porque o nosso intuito é beneficiar famílias carentes, fazendo com que o poder público municipal esteja ao lado da população que mais precisa”, pontuou o prefeito.

O Reverendo Marcos Cosmo, dirigente do MTST Nacional, destacou a importância desta doação. “É uma grande façanha da prefeitura e da câmara de vereadores, e uma grata conquista para o MTST. Esta ação garante o que está escrito na Constituição, viabilizar moradia própria para o povo”, pontuou o reverendo.

“Estamos fazendo uma seleção bem criteriosa para que pessoas que têm casas não sejam beneficiadas, isso é uma prioridade do nosso movimento e com certeza, uma recomendação por parte da prefeitura”, contou Vanessa Oliveira, representante do MTST em Santa Cruz do Capibaribe.
Cicero Peixoto, 48 anos, desempregado há oito meses, falou da à proximidade da realização do sonho da casa própria. “Só sabem o valor dessa conquista quem paga aluguel e tem muitas dificuldades de colocar suas contas em dias. Parabenizo todos que batalharam por essa grande vitória, agora vejo que Santa Cruz está caminhado para o futuro”, contou Peixoto.

O próximo passo para aquisição da casa própria será fazer o cadastramento das famílias e encaminhar as documentações para a Caixa Econômica Federal. Posteriormente, o projeto vai seguir para Brasília, onde já existe o recurso disponível através Ministério das Cidades, demanda que já foi solicitada ao ministro Bruno Araújo.

ASSESSORIA

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