1 de outubro de 2016

UM DIA ESPECIAL!

Dois de outubro, dia de contribuir para que a democracia seja firmada num país de democracia muito jovem e onde poucos compreendem o seu papel na política especialmente local. Não são poucos que estarão amanhã em centenas de municípios votando sem saber em quem, pois se quer se preocupam em conhecer a biografia do candidato e se realmente suas propostas são possíveis ou meras promessas sem possibilidade de realização.
A esperança maior está nos jovens que tem o mínimo de politização e que podem e vão fazer a diferença, num país que há pouco tempo à democracia sofreu o impacto de um golpe parlamentar o maior risco está no fato dos jovens desacreditarem da política e assim deixarem também a sua crença num futuro melhor, o que não quer dizer que os adultos e pessoas de idade mais avançada não possam ajudar no processo, o problema é que boa parte deles já foi cooptado pela velha política das vantagens e que tem maior representação nas cores que carregam do que nas propostas.

Nada mais perigoso que o analfabetismo político, leva as pessoas a colocar no poder pessoas medíocres e sem as mínimas condições de governabilidade, para agravar mais a situação a violência nessas eleições se elevou muito a exemplo de Goiás onde o candidato a prefeito foi morto a tiros, não se pode entender isso como normal, não podemos aplaudir justiça feita com as próprias mãos como algo de bem, precisamos tomar cuidado nos extremismos.

ALGUMAS PERGUNTAS SOBRE SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE!

Quantos eleitores da referida cidade sabem do plano do governo do candidato a prefeito que vão votar?

Quantos eleitores tem ideia nem que seja vaga sobre o que propõe o candidato a vereador que escolheram?

Quantos eleitores já pararam para analisar a situação na qual se encontra a cidade?

Quantos serão aqueles que não irão as urnas por falta de perspectiva?

Quantos serão os fiscais de partido que passada a eleição vão continuar fiscalizando o que os eleitos estarão fazendo?

Quem serão os que sendo eleitos vereadores não vão assumir o cargo?

Quantos serão os eleitores que irão justificar por compreender que é melhor que votar?

Quantos serão os eleitores que não fizeram biometria, mas vão querer votar de todo jeito?

Quantos serão os eleitores que vão votar num terceiro candidato a vereador mesmo sem saber quem é?

Quantos serão os anos necessários para que se compreenda que polícia é a arte do coletivo e que polícia individualizada é clientelismo?
Pode ser que leve muito tempo para responder algumas dessas perguntas, mas esperamos que muito do que existe hoje seja mudado em nome da cidadania plena. No mais fica o dito para ser rescrito e ponto final.

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