23 de novembro de 2016

ARTIGO: SINAIS DAS URNAS


Caros leitores, cediços, dos nossos anseios, sonhos, como brasileiros, de uma nação justa socialmente, ao ponto de sentirmos no nosso cotidiano, um acesso claro, aos serviços públicos de saúde, educação, segurança pública, distribuição de renda e com isso nos sentirmos cidadãos amparados realmente pelos altos impostos nos imputado pelo Estado – nação.

Pois bem, nisso, todos nós somos uníssonos, queremos mudança!, visto que os serviços públicos, como a vida no Brasil está muito aquém do suportável.

Neste diapasão, nas últimas eleições, onde escolhemos os prefeitos e vereadores, vimos uma alta abstenção nas intenções de voto, perfazendo mais de 20% dos eleitores aptos no escrutínio em comento.

É visível nosso descontentamento com as opções, candidatos apresentados pelos partidos políticos.

Sendo mister destacar, onde reside parte da problemática, à saber: Agremiações partidárias com verdadeiros proprietários.

No Brasil são 38 ( trinta e oito) partidos, onde dos quais, 25 ( vinte e cinco) aproximadamente, recebe recursos públicos do fundo partidário, aplicando-os de forma enfática em parentes.

Basta verificar os estados da federação e atestar; como se repisando as capitanias hereditárias, onde a intelectualidade é desprezada em benefício das oligarquias políticas, prestigiadas pela, repise-se, propriedades partidárias.

Estas instituições, partidos políticos, são responsáveis pelo preenchimento de diversas funções de Estado, onde certamente irão implementar ações públicas de resultado direto na vida de todos nós cidadãos.

Ademais, é direito MAGNO, a igualdade de oportunidades!. Quando veremos mais cidadãos, de fato, disputando cargos eletivos, com igual possibilidade de financiamento?. Quando estas agremiações permitirão a eleição de uma direção partidária, legitimamente eleita pelos eleitores, à estilo americano dos partidos, Democratas e Republicanos?.

São perguntas senão respondidas em tempo, pode nos levar à apostasia, frieza, elevando os sinais de ausência ao comparecimento às urnas, descontentamento e sobretudo afastando a possibilidade de produzirmos uma nação próspera e justa socialmente. É isso ai!...

André Lucena ( Bacharel em direito, pós graduado em direito público, mestrando em direito – Presidente da Cruz Vermelha Brasileira em Pernambuco).

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