25 de janeiro de 2017

ESCOLA DE COBRANÇAS!

Seria muito bom se fosse criada uma espécie de Escola de cobranças, não falo de cobrar dividendos ou promessas de campanha política, mas para ensinar a requisitar o que realmente importa na nossa sociedade moderna. Explico, o que se pede hoje não deveria ser a prioridades dos pedidos na maioria dos casos, começamos pelas cobranças feitas em relação à Educação, cada vez mais se cobra da escola a educação dos filhos quando a cobrança deveria ser para que os filhos atentassem para a ciência oferecida pela Escola e que aproveitassem para apresentar a qualidade dos ensinamentos que obtiveram em casa, onde começaram a aprender desde que nasceram, as cobranças inerentes à segurança pública passa pelo apelo ao Estado para que este dê a punição exemplar em relação aos infratores, se possível contribuindo para que eles se matem em presídios superlotados, no entanto não vemos tantas cobranças em relação a pedir uma melhor qualidade na Educação e mais oportunidades para os jovens, sim pois sair da faculdade sem oportunidade é só meio caminho andado.

Cobramos TV com sinal digital, no entanto não temos o mesmo tratamento com programas de péssima qualidade que infestam a programação no horário “nobre”, a exemplo de programas de domingo que pessoas de países um pouco mais educados que o nosso não entende como milhões ficam assistindo aquilo aqui no Brasil, exigimos estradas com qualidade para poder rodar com maior tranquilidade nos nossos carros, quando a cobrança deveria ser por transporte público de qualidade para desafogar o transito caótico do dia a dia.

A Escola de cobranças iria ensinar disciplinas como cidadania, educação ambiental, regras básicas de convivência, direitos humanos e também ofereceria mini cursos com temas como: saiba escolher em nome do coletivo antes de reivindicar. Solicitar aquilo que nos é de direito é indispensável, contribuir para que todos tenham acesso as melhorias é humano, demasiado humano.
SOBRE O ENCONTRO ENTRE POLÍTICOS DE SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE E O “MINISTRO”!

Nada de novo no front. No mais fica o dito para ser reescrito e ponto final.

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