3 de abril de 2017

SERES HUMANOS COM SEDE DE DESTRUIÇÃO!

Sempre alerta! Embora não seja dos escoteiros que vamos falar, o lema deles é mais do que cabido para aquilo que pretendemos drástica crise hídrica que assola nossa região Nordeste e em especial as cidades em nosso entorno causam uma preocupação perene para aqueles que têm observado com mais atenção à situação que nos encontramos. Jucarzinho, Prata, Tabocas, Machados e Poço Fundo em colapso e nosso povo sofrendo as consequências que de uma estiagem que se arrasta há anos causando impactos nos mais diferentes setores da sociedade. No entanto, nem todos estão em alerta para o problema, lavar carro e calçada com mangueira, tomar banhos demorados, não reaproveitar a água utilizada e tantos outros desvarios são exemplos de que tem muita gente que não está nem aí pra o problema, e por que não estão? Na maioria dos casos por que tem a ideia de que a água jorra da torneira de uma espécie de mina infindável que garantirá o uso desse bem precioso pela eternidade.
Sabemos perfeitamente que não é assim, embora a quantidade de água no mundo seja a mesma, o mau uso causado pelos “principais inimigos do planeta”, ou seja, os seres humanos faz com que o recurso seja cada vez mais escasso e menos cuidado.

Mas nem só de pontos negativos vive a sociedade, muitos já internalizaram a necessidade de usar de maneira racional, tantos outros fazem campanhas de conscientização e tentam mobilizar a maior quantidade de pessoas possível para que façam valer o principio do desenvolvimento sustentável. Sempre alerta, ou morreremos de sede.

UM EXEMPLO!

         A EREM Luiz Alves da Silva mais uma vez promove um projeto que faz a mesma extrapolar os muros da Escola, no último dia vinte e nove de março, promoveu depois de debates travados no interior da mesma, a culminância do projeto relacionado à semana da água com os estudantes provocando a reflexão em torno do uso consciente do liquido em todos os semáforos da cidade e a tarde em grande passeio ciclístico por vários bairros, durante o percurso carros de som anunciavam a chegada dos ciclistas que traziam mensagens estampadas nas camisas e orientações aos pedestres e moradores que observavam o ato. É preciso fazer algo em relação ao grande problema que estamos vivendo, do contrário não haverá em breve como fazer mais nada. No mais fica o dito para ser reescrito e ponto final.

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