15 de agosto de 2017

“SOU APENAS UM CIDADÃO SANTA-CRUZENSE QUE TENTA EXERCER A SUA CIDADANIA 24HS POR DIA E 365 DIAS DO ANO”

CHEGA AO FIM GREVE DE FOME DE CLODOALDO BARROS

Após acordo com vereadores e algumas garantias da presidência da Câmara, o ativista político Clodoaldo Barros encerrou sua grave de fome na tarde desta terça-feira (15), embora ele afirmou que ela está apenas “Suspensa”.

A greve havia sido iniciada no inicio do domingo 13, quando Clodoaldo fez uma verdadeira limpeza no organismo consumindo apenas líquidos. As 0hs da segunda 14, o ativista deu por aberta oficialmente a greve.

Uma reunião com os vereadores Helinho Aragão, Capilé e Carlinhos da COHAB, abriu o diálogo para que as propostas fossem colocadas na mesa. Todo conteúdo da reunião era repassado para o presidente da Casa Legislativa, que expressava sua opinião aos vereadores. 

INICIATIVA PARA DIALOGAR COM CLODOALDO PARTIU DE HELINHO ARAGÃO
Coube ao vereador Helinho Aragão a iniciativa em provocar uma reunião com o ativista político, entendo o vereador o risco que o mesmo corria e a necessidade dos vereadores darem uma resposta ao caso.

Os vereadores Carlinhos da COHAB e Capilé formaram com Helinho Aragão, a uma comissão representando a Câmara tendo o aval do presidente da Casa de Lei da cidade. 

“Entendi que estava em jogo uma questão humanitária e jamais aceitaria apenas a assistir de longe esta greve de fome. Então tomei a iniciativa ao lados dos meus colegas Carlinhos e Capilé. Clodoaldo foi bastante receptivo ao nosso diálogo”. Destacou Helinho Aragão ao blog.
4 PONTOS FIZERAM PARTE DO ACORDO PARA QUE A GREVE FOSSE ENCERRADA

Primeiro ficou acertado que a Casa de Lei daria explicações detalhadas sobre o “Auxilio Alimentação”, em uma resposta contundente a população. “A população precisa saber se será revogada ou não, e o porquê”. Explicou Clodoaldo Barros.

Segundo, que seja concluído o parecer para a abertura ou não da CPI do Calçadão do Moda Center. A Câmara passa a ter 15 para a conclusão do parecer.

Terceiro o recebimento por parte da Câmara, de uma denúncia de autoria do ativista sobre o que ele chama de “Indústria criminosa dos terrenos públicos”.

Quarto, a definição na quinta-feira 17, da realização de uma audiência pública sobre a questão da violência na cidade, que foi prometida há muitos meses e até agora não foi realizada. Incluindo a participação do Ministério Publico e representantes da segurança e da política na cidade.

Na próxima quinta-feira 17, Clodoaldo Barros comparecerá a reunião ordinária para obter as confirmações dos seus pedidos. 

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