6 de setembro de 2017

ABRAM ALAS PARA O POVO PASSAR NO 7 DE SETEMBRO! VIVA O POVO BRASILEIRO!

Sete de setembro de 1822, às margens de um córrego, mal vestido, montado em uma mula e com diarreia, nesta situação um homem bradava o grito que viria a se tornar um marco da História do nosso jovem país, que até então tinha sido explorado pelos seus pares, era a independência que foi pintada por Pedro Américo com características completamente distintas daquelas que aponto para descrever D. Pedro, que depois viria a ser o primeiro imperador do Brasil, embora o quadro de Américo seja o mais famoso a verdadeira leitura é a de um homem cansado que tinha parado para evacuar várias vezes.
Em vésperas do dia da independência onde nosso povo se prepara para desfilar ou ir aos desfiles cívicos em louvor de tamanho feito histórico, melhor levar em consideração a bela pintura do nobre paraibano, no entanto, não temos muito a comemorar nesta data querida, temos um país com um presidente ilegítimo seguido por um punhado de aproveitadores do povo, uma economia que se arrasta por conta também de reformas que danificam o bom andamento da mesma, uma massa de desempregados que não vão ter grana para gastar no desfile e um conjunto de outras coisas que vão de imbecis na política até cidadãos que são feitos de imbecis por políticos inescrupulosos que não melhoram em nada a imagem da terra avistada por Cabral e sua tropa em 1500.
Mas afinal de contas, por que então ir para o sete de setembro de 2017? A resposta é simples e fácil de ser entendida, não vamos para o desfile por quem contra o povo está, vamos para o desfile para legitimar a força do povo que sofre e espera todo dia alcançar a independência plena, ou seja, ver o nosso país livre destes canalhas que só maculam nosso povo e trabalham em prol da manutenção do poder nas mãos de poucos. Viva o Brasil e o povo brasileiro, abaixo a ditadura dos estúpidos que desmoralizam nossa história. D. Pedro estava em péssimas condições quando gritou as margens do riacho, hoje não estamos tão bem assim, mas ainda temos força para construir uma nova independência ou morte, e que o povo não esteja à margem. No mais fica o dito para ser reescrito e ponto final.

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