19 de setembro de 2017

UM ROÇADO DE CABRAS SAFADOS

O Dr. Paulo Lima, tem uma frase, que nunca me esqueci dela. O amigo costuma dizer: “A política é um roçado de cabra safados”. Nestas mais de duas décadas como jornalista político, conheci perto muitos cabras safados e suas safadezas, escapando pouquíssimos homens sérios.  Convivi com verdadeiros vermes e suas ações sórdidas.

NÃO CHEGA A DEZ OS HONESTOS

Na politica atual, convido você leitor a contar nos dedos os políticos honestos em Santa Cruz do Capibaribe. Eu mesmo não consigo contar mais do que seis. É uma tarefa dificílima chegar a dez. Incluiu os com mandatos e os que não têm mandato político. Dos meus seis honestos, três deles, estão sem mandato. Vá amigo, conte os que você conhece. Falo honestos, aqueles que nem grana para apoiar candidatos pegaram.  

SEXO NOS GABINETES

São inúmeros casos sexuais aconteceram na Câmara de Vereadores. Em um deles, um assessor parlamentar perigosíssimo chegou a transar com duas mulheres em tempos diferentes, isto no gabinete do seu vereador. Um outro caso curioso, aconteceu quando outro assessor, “Deu um pega” em uma ex-mulher de um conhecido homem de comunicação da cidade. Neste caso, havia um presidente que costumava sair da câmara muito tarde, depois das duas geralmente. Eu estava na sala de imprensa e aproveitei para atualizar o blog até mais tarde. Já passava das 13hs30, quando fui sair e a porta da frente ficava apenas encostada, e me deparei com ela descendo os degraus do primeiro andar. Com os sapatos na mão e se ajeitando, ela saiu assustada e quase correndo, baixou a cabeça quando me viu e sumiu... Dei um tempo em frente da Câmara e vi quando o assessor desceu uns 10 minutos depois. Disse a ele, “Cabra, perigoso”. Ele simplesmente sorriu, e seguiu como se nada houvesse acontecido. Até hoje, só achei uma razão para ela sair desespera daquele. O Dom Juan, pegou a pobre de surpresa e...

O ATENTADO INVENTADO

Um vereador que queria sair candidato a prefeito fez de tudo para alcançar seus objetivos. Em um deles, simulou um atentado a sua pessoa e com a ajuda de um correligionário, inventou um acontecimento que parou na delegacia. Eles saíram de Santa Cruz e em determinado local, desceram do carro e o amigo do vereador meteu bala em seu carro. Depois o mesmo correu até a delegacia e prestou queixa do atentado. A cidade ficou apavorada e os bastidores da política pegaram fogo. Foi uma repercussão muito grande. O politico em questão enganou seu apaixonado eleitorado. Tudo para chegar ao poder municipal. Mais tarde, ele conseguiu ser eleito prefeito.

NÃO FOI PREFEITO PORQUE ESTAVA BÊBADO

O falecido ex-prefeito Augustinho Rufino reinava politicamente na cidade. Tinha na oportunidade o poder de eleger quem quisesse em seu grupo para substitui-lo na prefeitura. Em sua cabeça, já havia escolhido o substituto, só que este não sabia disso. Não sabia que era o escolhido. Eis que um dia, chega o prefeito Augustinho Rufino para tomar uma dose de cachaça no Bar de Lula, e lá estava o quase futuro prefeito. Ao cumprimentá-lo, Augustinho foi tratado de forma muito grosseira, ficando irritado ao ponto de nem tomar a cachaça. Deu meia volta e foi embora. O político que estava bêbado (O que era muito comum em sua vida) perdeu a oportunidade de ser prefeito com o apoio de Augustinho. Só soube da perca da oportunidade, pouco tempo antes do ex-prefeito falecer. Mas soube da boca de um amigo, nunca da do próprio Augustinho.

EU NÃO SOU CACHORRO NÃO


Houve uma época que existiam duas tribunas na Câmara de Santa Cruz. Uma para cada bancada, onde se travavam os debates. O professor havia sido eleito pela primeira vez e discursava com eloquência, e em dado momento um vereador adversário começou a discordar veementemente dele. A peleja esquentou o professor soltou o verbo: “Vereador, deixe de sua pequenez”. Brabo virado num siri na lata, o adversário saiu da tribuna para pegar o professor com a mão, sendo contido pelas pessoas e no meio da zoada, soltou esta: “Não admito que Vossa excelência me chame de cachorro, Eu não sou cachorro não”. O que era para ser um fato trágico virou piaba arrancando gargalhadas dos presentes.  

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