8 de janeiro de 2018

2018: O PERIGO ESTÁ NOS EXTREMOS

Lamentavelmente já podemos afirmar que este ano que se inicia será um ano perigoso, sobretudo, no cenário político que se apresenta confuso no campo das discussões nas redes sociais.

Nada de ver TV ou ler jornal. Nada de analisar opiniões de nomes consagrados das análises politicas nacionais. O eleitor partiu para o debate cara a cara nas redes sociais, opinando e participando diretamente dos embates.

O brasileiro cansou de tanto bla bla bla e decidiu ele mesmo dizer o que pensa, expor seu pensamento e mostrar o que quer. Os grupos de WhatsApp e as páginas de  facebook são campos democráticos dessas manifestações.

Porém, apesar desse avanço, boa parte desses debatedores tem se revelado extremistas, defendendo suas ideias e fechando o campo do diálogo.

Um exemplo desse extremismo está nos que se dizem de direita e o que se dizem de esquerda.

Quem defende Jair Bolsonaro lhe dá o título de mito, e quer veementemente o ex-presidente Lula na cadeia, classificando seus eleitores de burros. Em contra partida, os defensores de Lula botam a mão no fogo por sua inocência, dizem que um golpe ainda está em andamento, e intitulam os eleitores de Bolsonaro de idiotas.

Com a porta do diálogo fechada, o ano das eleições pode-se transformar em um campo de guerra, onde a sensatez não terá vez nem voz.

2018 será nebuloso, imprevisível e com o extremismo será muito perigoso.   

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