23 de fevereiro de 2018

NÃO SE ESQUEÇA DE VIRAR O DISCO!

Mais de trezentas músicas no celular, quatro mil e tantas no computador e infinitas faixas a disposição nos diferentes sites especializados, muita coisa sem dúvida, no entanto, de tanto termos, deixamos de utilizar por falta de tempo para escolher, ou seja, nesse turbilhão de coisas, não sabemos o que ouvir e muito menos o que apreciar.
Mas assim, como a moda é cíclica o mercado da música também o é, e depois do sucesso do CD e DVD, plataformas que estão desaparecendo do mercado, o velho e querido Vinil volta com a força toda, não como um novo modismo que passará em pouco tempo, mas como sustentação de uma arte mais rebuscada em relação aos artistas e suas respectivas gravações, artistas como Zé Ramalho, Nando Reis e muitos outros estão começando a entender que de tanta música sem ser ouvida, o povo passou a necessitar de um disco para chamar de seu.
Não só de música vive os discos das antigas, mas também de belas capas que trazem uma reflexão profunda antes que a agulha toque nos primeiros acordes das canções, arte de qualidade, eis aí uma coisa que precisamos sempre buscar, justamente em um país onde o efêmero se torna sucesso do dia para a noite, materializar a riqueza no mercado musical é mais que uma necessidade, é uma obrigação, antes que tenhamos notícias que atiraram na nossa qualidade cultural, e quando perguntarmos que tiro foi esse? Já será tarde demais. No mais fica o dito para ser reescrito e ponto final.

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